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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

UGHA MONGULALA E TATUNCA NARA

Mais uma vez li os relatos do indio Tatunca Nara e sua tribo de Akahim e Akakor... É instigante... E ele menciona seus antepassados: Segundo Tatunca Nara, sua civilização teria sido fundada em 13 mil a.C. por brancos de cabelo e barba negra-azulada que vieram de um sistema solar chamado Schwerta (, ...mas eram semelhantes a humanos exceto por terem seis dedos. Escolheram várias famílias humanas para serem seus servidores e com elas criaram o povo "Ugha Mongulala": Ugha significaria "aliado"; Mongu, "escolhido"; e Lala, "tribos". Os "deuses" tiveram relações sexuais com eles e por isso seu povo seria diferente dos demais indígenas do continente e teria pele branca, nariz bem delineado, pomos salientes e maçãs do rosto salientes. Naquele tempo, a terra era plana, não havia montanhas. As cidades mais importantes teriam sido Akakor, Akanis e Akahim.
kanis foi construída “em um istmo estreito no país que hoje é chamado México”, no lugar onde os dois oceanos se encontram. O mapa a põe no Iucatã, perto de onde se localiza Chichen Itzá.

A segunda cidade seria Akakor, nome que seria derivado de aka, "forte" e kor, "dois", ou seja, "Segundo Forte". Ficaria no alto Purus, em um vale elevado nas montanhas da fronteira entre o Brasil e o Peru: “Toda a cidade está rodeada por uma muralha com treze portões. São tão estreitos que só dão acesso a uma pessoa de cada vez.” Tatunca disse que a cidade tem um Grande Templo do Sol, contendo documentos, mapas e desenhos que contavam a história da Terra . “Um dos mapas mostra que nossa Lua não foi a primeira, nem a única na história da Terra. A Lua que conhecemos aproximou-se da Terra e começou a orbitá-la há alguns milhares de anos” (concepção claramente baseada na Cosmogonia Glacial de Hörbiger).
A terceira fortaleza seria Akahim, não mencionada na crônica antes de 7.315 a.C., ligada com Akakor, e situada na fronteira do Brasil com a Venezuela. Esta é uma das localizações tradicionais de outra das mais famosas cidades lendárias da América do Sul, Manoa do Eldorado, com a qual é explicitamente identificada.
A partir dessas três cidades, teriam sido fundadas 26 cidades de pedra, incluindo Humbaya e Patite (Paitíti ?) na Bolívia, Emin, nas zonas baixas do Grande Rio e Cadira (Candire ?) nas montanhas da Venezuela. Mas “todas foram completamente destruídas na primeira Grande Catástrofe, 13 anos depois da partida dos Deuses.”

Os "Pais Antigos" também construíram três recintos religiosos sagrados: Salazere, nas zonas altas do Grande Rio (em um afluente do Amazonas, a oito dias de Manaus); Tiahuanaco, sobre o Grande Lago e Manoa, na planície elevada do Sul. Eram as residências terrestres dos "Mestres Antigos", proibidas para os Ugha Mongulala. No centro se elvantava uma gigantesca pirâmide, e uma escadaria espaçosa conduzia à plataforma na qual os deuses celebravam cerimônias desconhecidas por seus servos humanos. Seu império teria tido 362 milhões de habitantes: 130 famílias de extraterrestres, dois milhões de Ughla Mongulala e 360 milhões de súditos.

A língua dos Ugha Mongulala seria o quéchua, escrito com 1.400 símbolos. Da civilização de Akakor, teria se originado a cultura de Tiahuanaco e a civilização Inca.

Em 10.481 a.C., os extraterrestres partiram, deixando seu império nas mãos de seu servidor Ina e o orientaram a abrigar os Ugha Mongulala nas cidades subterrâneas para se protegerem da catástrofe. Depois que esta aconteceu, os 360 milhões de súditos se rebelaram, "rechaçaram o legado dos deuses e esqueceram rapidamente seu idioma e escrita. Converteram-se em degenerados".

A catástrofe de 10.468 a.C. teria sido causada por "outra nação de deuses", esta de pele avermelhada e pêlo abundante, com cinco dedos nas mãos e nos pés, mas com cabeças de serpentes, tigres, falcões e outros animais.

As "tribos degeneradas" teriam fundado seus próprios impérios e acuado os Ugha Mongulala, cujo líder Urna foi derrotado e morto em uma batalha na montanha de Akai. Seu povo teria se refugiado nas cidades subterrâneas. Os deuses voltaram então a intervir e provocaram uma segunda catástrofe em 3.166 a.C., que seria o dilúvio bíblico.

Os deuses voltaram a visitar os Ugha Mongulala e ficaram com eles por três meses. Fundou-se um novo império centrado em Akakor, com um líder chamado Lhasa, que teria reinado sobre 20 milhões de sobreviventes e fundado Macchu Picchu. Um irmão de Lhasa chamado Samón voou para o leste e fundou seu próprio império. Em 3056 a. C., Lhasa fundou um porto chamado Ofir, por onde comerciava com o império de Samón. Esse império alcançou seu apogeu em 2500 a.C., quando reinava sobre um império de 243 milhões de habitantes. Em 2470 a.C., "Viracocha, o Degenerado",foi banido de Akakor por razões políticas e fundou Cuzco e a nação inca. Depois, o império começou a enfrentar inimigos e rebeliões.

Em 570 d.C., Akakor estava ameaçada pelos rebeldes e pelos incas, mas chegaram mil guerreiros godos pelo rio Amazonas, que se aliaram a Akakor e trouxeram o conhecimento do ferro, do arado e de novas sementes (eram presumivelmente refugiados da derrota de Teia, último rei ostrogodo, por Narses, general do imperador bizantino Justiniano na batalha do Mons Lactarius, de 553 d.C.). Também se consideravam descendentes dos deuses (dá-se a entender que eram herdeiros do desaparecido império de Samón) e integraram-se na comunidade de Akakor, que reconquistou as terras da Amazônia e demarcou a fronteira com os incas, vivendo em paz com eles até a chegada dos espanhóis.

Assim como a história dos sumérios, também houve interação entre deuses e seres da Terra, como se fosse algum tipo de experimentação genética. Também dali surgiram seres estranhos como vemos nas pinturas egipcias, corpos de gente com cabeça de água, serpente, lobo, etc. Aqui em Akakor a história também relata deuses que aqui vieram e se misturaram deixando uma descendencia capaz de se sustentar e fazer coisas grandiosas. Isto fica para o próximo Post!

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